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Introdução à Fitoterapia Chinesa (parte I – Breve Histórico)

por Eduardo. Tempo médio de leitura: aproximadamente 9 minutos.

O campo da Fitoterapia Chinesa – o uso de drogas não quimicamente processadas com finalidade terapêutica, segundo os princípios da Medicina Tradicional Chinesa – é frequentemente mal compreendido no Brasil devido à escassez de material bibliográfico que trate o assunto com a profundidade necessária. Não é raro depararmo-nos com erros básicos devido à uma interpretação superficial de regras gerais que não são sempre aplicáveis. Um exemplo comum é a tentativa de aplicar diretamente a correspondência das Cinco Fases (ou Cinco Elementos) da cosmologia chinesa com os chamados “cinco sabores”, sem levar em consideração as outras propriedades dos compostos. Além disso, uma prescrição fitoterápica na maioria das vezes engloba 6 ou mais componentes, sendo um ou dois deles os agentes principais contra a causa do mal mas tendo os restantes papéis não menos essenciais, como de impedir um efeito colateral indesejado ou “encaminhar” o agente principal ao locus da doença.
Qualquer alimento pode ser classificado conforme as propriedades aqui descritas, e esta classificação forma a base da Dietética energética Chinesa. O leitor concluirá logo que recomendações do tipo “este alimento é bom para tal órgão” são vazias de significado, do ponto de vista da Medicina Tradicional Chinesa, pois “é bom” não leva em consideração nenhuma análise das propriedades de um alimento em relação aos vários padrões de desequilíbrio que podem manisfestar-se ligados à um órgão do corpo.
Com o objetivo de oferecer um panorama introdutório, porém preciso a ponto de mostrar a complexidade do tema, oferecemos este artigo que trata da história do pensamento por trás do modo de operação da Fitoterapia Chinesa. Ele será seguido de um segundo artigo tratando dos princípios gerais envolvidos na escolha dos fitoterápicos. Não serão oferecidas sugestões ou nomes de fitoterápicos para evitar o seu uso indevido.

O aparecimento da Fitoterapia na China

Shang
O Império Shang, primeira dinastia chinesa a deixar traços de procedimentos terapêuticos, floresceu aproximadamente entre o 18º e o 16º séculos a.C. A história dos Shang foi documentada durante o período Chou. O conceito predominante a respeito das causas do adoecimento, na dinastia Shang, era o de atos perniciosos praticados por terceiros ou por ancestrais mortos. O procedimento terapêutico era concentrado em aplacar ou expulsar o espírito suspeito de causar o mal, e foi chamdo de “exorcismo da causa”.
Preparações medicinais, como drogas feitas com plantas, aparentemente não tiveram lugar na medicina ancestral dos Shang: não estão presentes nos ossos oraculares inscrições que contenham nomes de drogas, e não foram encontrados caracteres que possam significar “medicamento”.

Chou
A data incerta de 1100 A.C. é geralmente aceita como o início da dinastia dos Chou. A visão prevalente no período Chou parece ter sido a de que o sistema bem ordenado de relações e comunicação entre as criaturas vivas e o mundo dos deuses e espíritos havia caído num estado de grande confusão e posteriormente rompido-se completamente. Apareceram, durante o período dos Estado Combatentes, os mitos que reconheciam nos demônios (gui) uma influência maléfica crescente sobre os humanos.
As práticas terapêuticas tornaram-se então essencialmente demonológicas – não bastava mais apenas aderir a um comportamento agradável aos ancestrais para garantir a saúde, era agora necessário que os espíritos guardiães do indivíduo fossem fortes o suficiente para protegê-los dos espíritos maléficos.
Neste contexto acreditava-se no poder de algumas substâncias, além de certos encantamentos, exorcismos e talismãs, de afastar ou expulsar os demônios causadores do adoecimento. Um compêndio preparado por Sun Si-miao, por exemplo, lista 32 drogas eficazes contra demônios.

O paradigma das correspondências

O paradigma das correspondências baseia-se na crença de que os fenômenos do mundo visível e do mundo invisível estão em dependência mútua através da sua associação com certas linhas de correspondência. Manipulações de um elemento numa determinada linha de correspondência podem influenciar elementos nessa mesma linha.

Correspondência mágica
As linhas de correspondência mágica são normalmente separadas umas das outras e não podem exercer influências mútuas. Uma das espécies de correspondência mágica é a correspondência homeopática, que repousa sobre o princípio de que os iguais se influenciam.
A literatura médica chinesa dos últimos dois mil anos, especialmente os trabalhos devotados à drogas medicinais, frequentemente contém medidas terapêuticas derivadas de mágica homeopática. Pode-se citar como exemplo Li Shi Zhen (1519-1593), autor do Bin Hu Mai Xue e do Qi Jing Ba Mai Kao, segundo maior autor sobre materia medica chinesa, que descrevia o uso de escovas de madeira carbonizadas como remédio a ser tomado para inchaço abdominal devido à ingestão de piolhos.

Correspondência sistemática
O florescimento e ascenção da ideologia de correspondência sistemática à posição de dominância conceitual dentro da filosofia natural chinesa, provavelmente a partir do fim da dinastia Chou, foi um dos períodos mais decisivos na hitória intelectual da China. Reconheceu-se que não apenas um número limitado de elementos forma uma linha de correspondência, mas que todos os elementos naturais e conceitos abstratos podem ser incorporados num sitema único de correspondências. As doutrinas do Yin-Yang e das Cinco Fases foram a base para que esse passo conceitual pudesse ser dado.
A característica significativa da filosofia chinesa nos 500 últimos anos antes de Cristo é a tentativa de explicar os fenômenos do mundo sensível como acontecimentos naturais, sem referir-se a forças misteriosas como deuses ou ancestrais.
Um texto de prescrições chamado Wu shi er ping fang, desenterrado do sítio arqueológico de Ma Wang Dui, dá ampla evidência de que técnicas complexas de farmacologia (utilizando substâncias naturais) estavam em uso por volta do século II a.C.

Taoísmo

O ponto comum entre as muito divergentes correntes do taoísmo é o conceito de Tao, o inominável, indescritível, inefável. O confucionismo também referia-se ao Tao, mas com um sentido mais de “maneira correta do homem coexistir em sociedade”. Se os confucionistas criam que um estudo do homem pode levar ao conhecimento dele próprio – a mais alta das criaturas – os taoístas sentiam que a observação da natureza é que fornece insights sobre o homem, que não é em nada melhor que o mais baixo dos vermes.
Mas os taoístas estavam mais preocupados com o conhecimento de como harmonizar-se com a natureza – o conceito de “não-ação” é um dos mais conhecidos da filosofia taoísta. Enquanto os confucionistas tinham como ideal o te (virtude, força moral), que resultava da obediência a um sistema detalhado de regras e ritos sociais; os taoístas rejeitavam explicitamente tais imposições, baseados na sua doutrina de que o te (potencial) resulta da adaptação, conformação, suavidade e passividade, que permitiam a manifestação do Tao.

Terapia pragmática com drogas
O primeiro capítulo do Nei jing Su wen refere-se ao conceito primeiro expresso por Chuang Tzu de “completar todo o seu período de vida, e não morrer prematuramente no meio do caminho”. A aversão de Chuang Tzu à métodos artificiais de prolongar a vida material teve pouca influência no desenvolvimento subsequente do taoísmo durante as dinastias Ch’in e Han. Os adeptos taoístas passaram a almejar a imortalidade física, ou ao menos a longevidade, e além de métodos de qigong (chi kung) passaram a pesquisar a suplementação do corpo com substâncias eficientes para alcançar este fim.
O confucionismo defendia a classificação de cada indivíduo membro da sociedade em um sistema rígido e normativo de estrutura social, e a visão confucionista do mundo ligava a preservação da saúde individual à adesão à normas de condutas motivadas sociopoliticamente. Em contraste, o taoísmo lutava pela libertação do indivíduo destas obrigações sociais. A terapia com drogas (derivadas de plantas ou de minerais), que prometia a cada pessoa boa saúde e a longevidade sem envelhecimento, independentemente da submissão à normas de conduta social, foi para os taoístas um campo de estudos muito mais atraente que para os seus rivais. Foi devido a estas diferenças filosóficas que tentativas de estender as teorias médicas de correspondência sistemática, que inicialmente não tinham nenhuma relação com a fitoterapia, somente foram feitas no século XI, quando taoísmo e confucionismo tiveram uma aproximação conceitual, embora num nível restrito.
A tradição farmacêutica do Shen nung pen cao jing e de trabalhos subsequentes revela, em comparação com a tradição médico-teórica do Huang di Nei jing diferenças características que demonstram que estes dois campos não podem ser simplesmente agrupados sob o rótulo de “taoístas”. Embora o Shen nung peng cao refira-se a uma categorização primitiva com respeito ao yin-yang, não há integração dos efeitos das drogas com a fisiologia do organismo como descrita através da correspondência sitemática. Com apenas uma exceção, nenhuma menção é feita à doutrina das Cinco Fases.

Sung-Chin-Yuan

Uma comparação entre as versões Tai su, a mais próxima do original Han, e a Su wen, a versão do Huang di nei jing totalmente revisada durante a dianastia Tang e então uma vez mais durante a Sung será útil para ilustrar o processo de integração da terapia com drogas ao conceito de correspondência sistemática. Pode-se observar que na primeira versão já se encontra uma ferramenta conceitual para regular a ingestão de alimentos segundo uma enfermidade, devido à presença de uma classificação dos alimentos segundo suas cores, sabores e efeitos no corpo, segundo a doutrina das Cinco Fases. Por outro lado, na segunda versão o fator dietético é muito menos significativo e o fator terapêutico é preponderante, e foram adicionadas as propriedades térmicas das substâncias e as suas ações (em termos de movimentos).
Assim, pelo menos a partir do século VII ou VIII, os pré-requisitos essenciais à criação de uma farmacologia de correspondência sistemática já estavam presentes no Huang di Nei jing. Tal empreendimento foi iniciado durante o período Sung-Chin-Yuan, e consistia em tentar analisar as qualidades de cada droga e ligá-las aos seus efeitos terapêuticos, integrando estes dois através da doutrina das Cinco Fases. O clássico Tang ye pen cao de Wang Hao-ku representa o ápice desse esforço monumental.

este é complementado com a segunda parte.

Comentários

  1. Carlos Lenz disse:

    Estou a procura de um curso em Fitoterapia Chinesa, podes me informar?

  2. Beatriz disse:

    Desejo saber se a fitoterapia pode ser usada em criancas de 3 anos de idade e se existe uma boa aceitacao por parte delas.

  3. Eduardo disse:

    Carlos,
    Não conheço um bom curso de Fitoterapia Chinesa no Brasil. Na China, para se formar em Fitoterapia, um estudante tem que cursar 6 anos de faculdade em tempo integral. No Brasil há um problema complexo envolvendo a prescrição de medicamentos, e se os fitoterápicos são legalmente medicamentos ou complementos alimentares.

  4. Eduardo disse:

    Beatriz,
    Sim, pode ser usada com sucesso, desde que o Fitoterapeuta tenha a formação adequada. É difícil encontrar um fitoterapeuta no Brasil especializado em pediatria, por isto sugiro que procure um médico pediatra que tenha uma formação adicional em fitoterapia.

  5. Ismênia disse:

    Boa Tarde.

    Estou a procura de um Fitoterapeuta, e há dias não estou conseguindo encontrar teria por favor nome e telefone de um responsável nesta área, para eu entrar em contato.
    Desde já agradeço a compreenção.

    Sem mais.
    Ismênia

  6. Maria de Fátima Marimon disse:

    Tenho uma farmácia homeopática em Porto Alegre-RS, há 21 anos. Gostaria de saber se existe algum curso para farmacêutico na área de fitoterapia chinesa. Como posso ter na minha farmácia alguns produtos?
    Aguardo algum contato. Obrigada. Fátima.

  7. Jacson Lobato Barbosa disse:

    Por gentileza, onde poderei conseguir um catálogo descritivo sobre ervas da fitoterapia chinesa?

  8. eduardo disse:

    Cara Ismênia,
    Sugiro que você entre em contato com o Bruno Nothlich, que escreve sobre acupuntura aqui no acupuntura.pro.

    Maria de Fátima: não conheço no Brasil um curso específico em Fitoterapia. Sugiro que se você quiser estudar o tema, faça um curso de Acupuntura e procure uma extensão em Fitoterapia na mesma instituição. Tome o cuidado de antes verificar se o curso que você escolheu confere um diploma que seja registrado na Secretaria Estadual de Educação do seu Estado (ou seja, o curso tem que ser reconhecido pela SEE do seu Estado). Sobre como obter produtos, não conheço nada a rspeito da importação dos mesmos, mas alerto que grande parte dos ditos “medicamentos chineses patenteados” estão sujeitos a falsificação, e que a forma mais segura de atender o público é manipular as ervas na sua farmácia.

    Maria de Fátima e Jacson, vou procurar alguns catálagos na minha biblioteca e volto a informar em breve.

  9. eduardo disse:

    Ok, vamos lá. Sítios na internet onde vocês podem comprar livros sobre fitoterapia:
    Satas
    Redwing Books
    Paradign Publications
    Amazon (claro, a Amazon tem alguns. Ótimo pra procurar por ISBN.)

    Todo livro tem um código chamado ISBN, que é o seu número de série internacionalmente reconhecido. É o meio mais fácil de achar um livro.

    Aqui estão alguns livros sobre fitoterapia chinesa:
    editados pelo Publishing House of Shanghai College of Traditional Chinese Medicine:
    “Highly Eficacious Patented Medicines” ISBN 7-81010-127-9/R-126
    “Prescriptions of Chinese Medicine” ISBN 7-81010-112-9/R-111
    “Materia Medica” ISBN 7-81010-111-X/R-110
    da OHAI Press:
    “A Comprehensive Guide to Chinese Herbal Medicine” ISBN 0-941942-38-4

    e finalmente um catálogo de um fornecedor na Inglaterra:
    “TCM Classic Herbal Formulae – a practitioner’s guide”
    e o link para a página do fornecdor na internet:
    Acumedic Foundation

    Volto a frisar que eu desconheço os trâmites legais para importação ou prescrição de fitoterápicos, por favor informem-se a respeito para não criarem probelmas para vocês mesmo. Boa sorte!

  10. Ana Guerreiro disse:

    Ola, sou uma estudante de Medicina chinesa em Lisboa e tenho imensas dificuldades em encontrar livros sobre fitoterapia chinesa e alimentação energética.
    Que bom é poder ter um site destes em que ha a possibilidade de obter mais informação.
    Obrigada

    Ana Guerreiro

  11. eduardo disse:

    Olá Ana, obrigado pelo seu comentário!
    Morando na Europa você pode encontrar livros excelentes sobre Medicina Chinesa, especialmente na França. Algumas das melhores traduções dos clássicos são para o francês, e há autores franceses muito respeitados que publicaram livros originais.
    Sugiro que você escreva para a livraria You Feng e peça um catálogo deles, é muito completo e há mesmo livros raros de serem encontrados. O endereço é:
    45, rue Monsieur le Prince
    75006 Paris
    France
    telefones:
    33 (1) 43 25 8998
    33 (1) 53 82 1668
    fax 33 (1) 43 54 7692
    fax 33 (1) 53 82 1268
    Um ótimo livro sobre alimentação energética é:
    Diététique Énergétique et Medecine Chinoise (volumes I et II)
    J.M. Eyssalet, G. Guillaume et Mach Chieu
    eitions Dés Iris 1995

  12. waleska coutinho disse:

    Olá,
    sou nutricionista e me interesso imensamente por fitoterapia e Medicina Chinesa. Gostaria de me aprofundar mais sobre o assunto, mas não sei como posso fazê-lo. Agradeceria bastante se pudesse descobri alguma forma de obter conhecimento real e verdadeiro.
    PS: conheci o site por acoso e fiquei maravilhada.

  13. eduardo disse:

    Olá Waleska,
    Especialmente para uma nutricionista o assunto é muito interessante mesmo, mas no Brasil são raros os cursos a respeito, e os bons cursos mais raros ainda. Eu sugeriria que você começasse lendo, por exemplo o livro do Giovani Maciocia “Fundamentos da Medicina Chinesa”, que é um livro geral de teoria, e depois continuasse com o livro sobre alimentação que eu indiquei logo acima para a Ana Guerreiro. Isto já é uma boa base, de onde você poderá começar um curso e julgar a qualidade do mesmo.
    Obrigado pelo elogio, e um abraço!

  14. marques disse:

    Olá,estive a ver o site e é muito bom ou pelo menos é interesante mesmo que sejá para ter conhecimento,gostaria de colocar a seguinte questao: onde posso ter aceso a dietas chinesas? Um abraço a todos e continuem,obrigado
    Nota sou do porto-portugal

  15. eduardo disse:

    Olá Marques,
    Não existem bons livros sobre dietas chinesas prontas, pois a uma dieta segundo a Medicina Tradicional Chinesa depende de cada paciente, do seu estado energético, portanto é individual e muda com o tempo de acordo com as mudanças do paciente.
    Logo acima, nestes comentários, eu indiquei um livro sobre dietética e informei o telefone e enderço de uma livraria em Paris, onde bons livros podem ser adquiridos – porém estes livros tratam da teoria da dietética, e não contém dietas prontas.
    Para elaborar uma dieta para você é necessário consultar-se com um bom acupuntor que tenha conhecimento de dietética, ou com um profissional especializado em dietética chinesa.
    um abraço e obrigado pelos elogios!

  16. Dorly Piske disse:

    Recebi uma prescricao de plantas medicinais chinesas para tratamento coadjuvante de cancer. Teria acesso a estes medicamentos nos EUA, porem fui informada de que ha proibicao de importacao, ou seja, se fizesse a encomenda no exterior, os produtos seriam barrados na alfandega. Agora preciso urgentemente localizar fornecedores de confianca no Brasil. Poderiam indicar onde procurar? Os encontraria diretamente em clinicas de acupuntura e medicina chinesa? Ha algum distribuidor no Brasil?

  17. eduardo disse:

    Olá Dorly,
    Eu acredito que a informação que você recebeu de que existem restrições à importação possa ser correta. No entanto vale a pena procurar ter certeza das restrições, coisa que eu não tenho.
    Eu não conheço fornecedores pessoalmente, mas certa vez recebi uma prescrição que foi manipulada numa farmácia em frente ao IARJ (no Rio de Janeiro), e esta farmácia também importa fitoterápicos prontos. Sugiro que você telefone para o IARJ e informe-se sobre como entrar em contato com esta farmácia, eles certamente têm o contato, pois trabalhem em parceria.

  18. Claudia disse:

    Bom Dia, pratico a fitoterapia chinesa nos Estados Unidos e me preparo para voltar a residir no nordeste brasileiro no proximo ano. Tenho penado buscando informacoes a respeito na confeccao e comercializacao dos fitoterapicos no Brasil. Voce sabe de algum laboratorio, farmacia ou representantes que poderia contactar a respeito da disponibilidade das formulas/ervas em territorio brasileiro? Qualquer ajuda serah apreciada, Obrigada, Claudia

  19. eduardo disse:

    Olá a todos,

    Abaixo relacionamos os telefones de algumas farmácias de manipulação de fitoterápicos no Rio de Janeiro (DDD 21).

    Mil Fórmulas: 2285-2043
    Caminhoá: 2537-9943
    Art Farma: 2226-3652
    Essência Ativa: 2512-1358
    Equilíbrio: 2491-2600
    Primordium: 2259-1899

    Oferecemos os telefones apenas como conveniência, não dispomos de informações a respeito da confiabilidade dos serviços.

  20. Fen Huang disse:

    Bom Dia!

    Trabalhamos com mais de 300 tipos de ervas medicinais chineses in natura. Desde vegetais, minerais até de fontes animais. Além disso, trabalhamos na linha complementar dos produtos de uso fitoterapeutico como óleos para massagem muscular Po Sum On, Write Flower, Zen Ku Sui,argulhas para acumputura e medicamentos como Liu Wei, Nan Bao,Xiao Iao Wan, e máquinas de fazer ervas em pó, e etc… Tudo no atacado e varejo.
    A loja está localizado em São Paulo,mandamos pelo sedex e aguardamos o seu contato para futura necessidades caso precisa.

  21. Fen Huang disse:

    Formas de Contato:
    Email:tshao@terra.com.br
    Tel:(011)31070920
    Fax:(011)31072910
    Obrigada.

  22. Rita Córdova disse:

    Olá!
    Sou acupunturista formada pelo Colégio Brasileiro de Acupuntura e me especializei em dietética chinesa. Tenho um livro publicado que se chama ” Comer: Como, o quanto e o Quê? A sabedoria da alimentação na Tradicional Medicina Chinesa. Entre i no site em busca de informação sobre fitoterápicos e vi que muitas pessoas tem curiosidade sobre dietética chinesa. Dou cursos. Atenciosamente,
    Rita Córdova.

  23. Sandra Feitoza disse:

    Boa Tarde.

    Gostaria de saber se existe alguma erva fitoterápica chinesa, que ajude a perder peso, problemas de prisão de ventre, gases, ou diminua a ansiedade e o apetite. Desde já agradeço.

  24. Eduardo disse:

    Olá Sandra,
    Não tome ervas porque alguém disse que uma erva é boa para isto ou para aquilo. COnsulte-se com um acupuntor ou fitoterapeuta para ter um diagnóstico energético, e no caso de fitoterapia, uma fórmula composta para o seu caso específico.